| Disponibilidade: | |
|---|---|
| Quantidade: | |
Clinicamente relevante – Recapitula o pênfigo vulgar humano com autoanticorpos anti-DSG3, acantólise e bolhas na pele.
Impulsionada pelo mecanismo – a imunização com DSG3 induz autoanticorpos patogênicos que têm como alvo a desmogleína 3, interrompendo a adesão dos queratinócitos e causando a formação de bolhas.
Endpoints abrangentes – Peso corporal, títulos séricos de anticorpos anti-DSG3 (ELISA), histopatologia da pele (HE com pontuação de acantólise), observação clínica de lesões cutâneas (queda de cabelo, ulceração).
Valor translacional – Ideal para testar produtos biológicos (rituximab, anti-CD20), imunomoduladores (corticosteróides, micofenolato) e bloqueadores de FcRn (efgartigimod).
Pacotes de dados prontos para IND – Os estudos podem ser conduzidos de acordo com os princípios das BPL.
Modelo de pênfigo induzido por DSG3 em camundongos C57BL/6

• Teste de eficácia de produtos biológicos direcionados a células B (rituximabe, obinutuzumabe) e células plasmáticas (anti-CD38)
• Avaliação de bloqueadores de FcRn (efgartigimod, nipocalimabe) e inibidores de complemento
• Teste de imunomoduladores (corticosteróides, micofenolato mofetil, azatioprina) e inibidores de JAK
• Validação de alvo para autoimunidade específica de desmogleína e vias de formação de bolhas
• Estudos de farmacologia e toxicologia que permitem IND
Parâmetro |
Especificação |
Espécie/Estirpe |
Rato C57BL/6 |
Método de indução |
Imunização com proteína desmogleína 3 (DSG3) em adjuvante |
Principais recursos |
Alterações no peso corporal, anticorpos anti-DSG3 séricos elevados, acantólise epidérmica, deposição de anticorpos, histopatologia da pele (HE), perda de cabelo localizada, ulceração |
| Pacote de dados | Dados brutos, relatórios de análise, resultados de ELISA, lâminas histológicas, fotografias clínicas, bioinformática (opcional) |
P: Como a imunização com DSG3 induz o pênfigo?
R: DSG3 é um autoantígeno chave no pênfigo vulgar. A imunização com a proteína DSG3 quebra a tolerância imunológica, levando à produção de anticorpos patogênicos anti-DSG3. Esses anticorpos se ligam à desmogleína 3 nos queratinócitos, interrompendo a adesão desmossômica e causando acantólise, formação de bolhas e lesões cutâneas.
P: Quais são as principais semelhanças com o pênfigo vulgar humano?
A: O modelo exibe autoanticorpos anti-DSG3, acantólise epidérmica, formação de bolhas e deposição de IgG ao longo das superfícies das células dos queratinócitos, espelhando de perto a patologia do pênfigo vulgar humano.
P: Este modelo pode ser usado para estudos que habilitam o IND?
R: Sim. Os estudos podem ser conduzidos de acordo com os princípios das BPL para submissões regulatórias (FDA, EMA).
P: Vocês oferecem protocolos de estudo personalizados (por exemplo, diferentes isoformas de DSG3, cronogramas de imunização)?
R: Absolutamente. Nossa equipe científica adapta protocolos de imunização, cronogramas de tratamento e análises de desfechos para seu medicamento candidato específico.
P: Qual é o cronograma típico para um estudo piloto de eficácia?
R: Os estudos piloto normalmente são realizados de 6 a 8 semanas após a imunização, incluindo desenvolvimento de autoanticorpos, manifestação da doença e análise de desfechos.